quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Itaipu doa onça-pintada para Zoológico Municipal de Foz do Iguaçu

 

O animal vai para o Bosque Guarani, onde ganhará recinto próprio.

Tonhão, uma das quatro onças pintadas do Refúgio Biológico Bela Vista (RBV) de Itaipu, vai ser doado para o Zoológico Municipal de Foz do Iguaçu. Não é uma decisão unilateral. A transferência, autorizada pelo Ibama, dará mais conforto ao animal, que hoje está com 18 anos de idade e pesa mais de 90 quilos.

O translado deve acontecer na próxima quarta-feira (20). O horário ainda será confirmado. A transferência atende ao pedido da Prefeitura de Foz do Iguaçu. Mesmo na casa nova Tonhão continuará recebendo toda a atenção do pessoal do RBV. O Hospital Veterinário estará à disposição para eventuais tratamentos da onça.

Wanderlei, Rosana e Zalmir: "os cuidados com o Tonhão continuarão. Mesmo longe, manteremos contato e estaremos à disposição para eventuais tratamentos médicos".

Um recinto especial – com espaço bem maior do que o local onde ele vive hoje – foi preparado para recepcionar o felino. Tonhão deve virar a atração principal do local, já que a onça-pintada é animal símbolo tanto do zoo quanto do Parque Nacional do Iguaçu, que abriga as Cataratas do Iguaçu.

Tonhão está na Itaipu desde agosto de 2007. Foi a segunda onça-pintada trazida para o RBV. A onça macho foi transferida do zoológico das Centrais Elétricas de São Paulo (Cesp), de Ilha Solteira. Na época, o animal, que até então era chamado de Tonho, era considerado a principal esperança de procriação de Juma, a primeira onça do RBV.

 

O apelido no superlativo se deu em função do porte atlético do felino. Tonhão virou namorado de Juma, mas o acasalamento não resultou em filhotes. Depois do casal, o refúgio recebeu Valente e mais recentemente a onça Beyonça. Os dois foram resgatados na natureza.

Tonhão

Há duas semanas, o animal foi submetido a um procedimento de retirada de sêmen. Todo o material genético foi congelado em nitrogênio, a -196 graus Celsius, e armazenado no banco de germoplasma da Itaipu, para projetos futuros de reprodução.O trabalho, realizado no Hospital Veterinário do RBV, mobilizou um pequeno batalhão de profissionais e estudantes.

O pessoal do Refúgio aproveitou que Tonhão estava sedado para fazer um check-up. Um pouco de sangue foi coletado para exame laboratorial, as garras foram analisadas e os dentes receberam limpeza de tártaro e polimento. Ele também foi submetido a um eletrocardiograma.

Outras onças

Juma tem 20 anos e há onze anos vive no RBV. Antes disso, ela vivia na natureza, na região do Parque Nacional do Iguaçu, onde as onças costumam ser alvo de caçadores. Outro felino da mesma família é Valente, como foi batizado pelos próprios empregados da usina.

Valente tem seis anos e foi encontrado em uma fazenda do Mato Grosso do Sul, ainda filhotinho. Ele chegou ao refúgio poucas semanas antes de Tonhão.

Beyonça – um trocadilho com o nome da cantora norte-americana Beyoncè, é a caçula do grupo. Ela foi capturada na Ilha de Marajó (PA) e encaminhada para Foz do Iguaçu no dia 30 de agosto.

A ideia é que ela, no futuro, seja integrada ao programa de reprodução da unidade. Única fêmea adulta do RBV, Juma não está mais em fase reprodutiva. A idade reprodutiva das fêmeas é de dois aos 12 anos. Em cativeiro, esses animais podem viver até os 25 anos.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Florestas: Territ rio em disputa

 
 

Território em Disputa

A economia verde versus a economia baseada nas comunidades. Uma história dos povos da Mata Atlântica no sul do Brasil.

 

 

 

 

Estamos relançando este vídeo recente, produzido pelo Movimento Mundial pelas Florestas Tropicais, que já está disponível em quatro idiomas: inglês, espanhol, francês e português. Ele fala dos impactos do REDD + e dos projetos de "economia verde" para os povos da floresta, bem de como sua luta contra esses projetos, com o objetivo de recuperar seu território.

 

O vídeo está disponível em www.wrm.org.uy

 

A Assembléia Geral da ONU proclamou o 21 de março como Dia Internacional das Florestas. Ao propor este novo dia internacional, a ONU está tentando conscientizar sobre a importância de todos os tipos de florestas. No entanto, a Organização deveria conscientizar, em primeiro lugar, sobre o fato de que as florestas, em todo o mundo, são territórios cada vez mais disputados.

 

Há dois pólos claros nessa disputa. De um lado, os cerca de 300 milhões de pessoas que dependem diretamente das florestas. Essas comunidades florestais não apenas dependem da floresta para a sua sobrevivência, mas também cumprem um papel fundamental em sua conservação. Do outro lado, as grandes empresas transnacionais, para quem as florestas são simplesmente uma fonte de lucros, obtidos pela extração de commodities ou pela substituição de florestas por monoculturas industriais. Nos últimos anos, as comunidades das florestas enfrentam mais uma ameaça que disputa suas terras: os projetos de REDD e outras "soluções" para a crise climática, propostas no âmbito da "Economia Verde".

 

Um exemplo claro dessa disputa é o que acontece com a Mata Atlântica no Brasil. Há 500 anos, a Mata Atlântica cobria todo o litoral brasileiro, mas agora está seriamente ameaçada. No entanto, no estado do Paraná, uma vasta área de floresta ainda sobrevive. É a maior área de Mata Atlântica em todo o mundo e lar de várias comunidades tradicionais diferentes: os caiçaras, os quilombolas e os indígenas guaranis.

 

Os estilos de vida de todas as três populações estão intimamente ligados à Mata Atlântica. A maioria delas não tem título de posse sobre a terra que ocupa nem sobre as florestas que usa. Como essas comunidades tradicionalmente coexistiram com a Mata Atlântica?

 

Cinquenta anos atrás, os fazendeiros começaram a se mudar para a região, limpando a floresta e se apropriando da terra para criar búfalos. Na década de 1990, chegaram projetos, incluindo o REDD +, que fazem parte da chamada economia verde. Qual tem sido a experiência deles com esse tipo de projeto?

 

Em 2003, com a ajuda do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a comunidade de Rio Pequeno ocupou uma fazenda. O que acontece quando as comunidades se organizar e recuperam o controle sobre suas terras?

 

Em 2012, o WRM visitou uma série de comunidades tradicionais na região, em busca das respostas delas para estas perguntas. O resultado é este vídeo, agora disponível em quatro idiomas. Fazemos um convite para que você o assista, compartilhe e/ou use em seu trabalho com as comunidades que também enfrentam a disputa de seus territórios com projetos de REDD e a "economia verde" em geral.

 

 

 

 

 

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

VIII Seminário Internacional sobre Remediação e Revitalização de Áreas Contaminadas.



O Instituto Ekos Brasil organiza e realiza o mais importante evento internacional de discussão de tecnologias e conceitos de remediação e revitalização de passivos ambientais e áreas contaminadas que acontece no Brasil: o VIII Seminário Internacional sobre Remediação e Revitalização de Áreas Contaminadas.


Em sua 8ª edição, o Seminário traz este ano para o Brasil especialistas internacionais vindos da Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Holanda e México para um ciclo de 25 palestras com apresentações de painéis finalizados com mesas redondas.


A programação do seminário inclui ainda, sessão com 36 pôster científicos e uma feira de negócios. Este evento será uma grande oportunidade para a troca de experiências entre agentes públicos e privados, brasileiros e estrangeiros, objetivando fomentar as principais discussões sobre os temas propostos.


Blocos Temáticos Seminário


Para esta edição já temos confirmado a participação de organizações como Dupont, Golder Canadá, Arcadis, Departamento de Proteção ao Meio Ambiente de Stuttgart, Alemanha, CH2M Hill, Geoclock, Clariant entre outras para abordarem os temas:

  • Estudos de Casos Brasileiros e Internacionais
  • Avaliação de Tecnologia in Site
  • Brownfields Redevelopment
  • Estratégias de Remediações
  • Intrusão de Vapores
  • Determinação de Áreas Fonte através de Isótopos


Feira de Negócios


Em paralelo ao Seminário acontece a feira do setor que este ano conta com mais de 12 empresas nacionais e internacionais participantes.


  • Adventus
  • Anatech – Anatilitical Technology
  • Aragon Sondagens
  • Bachema
  • Beacon
  • Bioagri
  • Bioensaios
  • Cox-colvin Associates
  • Erthsoft
  • Envirologek
  • FMC- Districhem
  • Fugro
  • Microbialinsights


Cursos


No dia 24 de outubro acontecerão dois mini cursos ministrados por palestrantes internacionais.


Curso 1




Curso 2


· Framework and Solutions for Adressing Contaminated Sediments
by Barbara Wenick, Golder Associates Ltd.



Programação completa acesse o site: www.ekosbrasil.org/seminario



segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Uma São Paulo que desejo


Dentro do conceito da campanha “Eu voto sustentável” sugiro que os eleitores cobrem dos candidatos a adoção de compromissos para cidades mais sustentáveis. Precisamos estar alertas ao processo eleitoral e ver muito bem em quem votar. Façam uma pauta de compromissos dos candidatos e perguntem se eles se comprometem com os pontos da pauta. Vamos exigir compromissos por escrito.

Quero, sobretudo, condições ambientais e bem estar social que são fatores que influenciam saúde da população. Quero um município saudável que melhora, de modo contínuo o meio ambiente físico e social e que realize a promoção da saúde por meio de investimentos em qualidade de vida e da melhora nas condições de habitação.

Quero líderes políticos e organizações locais lutando e se comprometendo a melhorar de forma contínua e progressivamente as condições de saúde e a qualidade de vida dos habitantes da cidade.

Quero melhoria no saneamento, na qualidade do ar, nas condições climáticas e na conscientização para o consumo de alimentos saudáveis, na redução do álcool e em políticas para diminuir a criminalidade.

Quero a limpeza da cidade e o aumento da coleta de lixo reciclável e também o incentivo do uso de bicicletas como meio de transportes. Quero mais investimentos em transportes públicos. Mais árvores, mais calçadas verdes e sustentáveis. Quero evitar e reduzir os resíduos e aumentar a reutilização e a reciclagem, com inclusão social das cooperativas de catadores e recicladores.

Quero evitar desperdícios de energia, melhorar a eficiência energética e incentivar a autossuficência e também que o governo adote uma política rigorosa de compras públicas sustentáveis.

Eu quero e espero que todos nós eleitores também possam querer promover ativamente a produção e o consumo sustentáveis, incentivando e regulamentando cadeias produtivas com certificações, rótulos ambientais, produtos orgânicos, éticos e de comércio justo.

Eu voto sustentável e escolherei o candidato disposto a repesar a economia e as fontes de energia de nossa cidade, para melhorar a mobilidade e a educação e desta forma preparar uma base sólida para as futuras gerações.

Ou o candidato recicla suas ideias ou nós reclicaremos nosso voto!





quarta-feira, 9 de maio de 2012

Seja um Conselheiro de Meio Ambiente


Durante a 11ª Conferência de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas da Cidade de São Paulo, evento preparatório para a Rio + 20 que ocorreu nesta terça-feira, 8 de maio, no Memorial da América Latina, foi lançada a campanha “Seja um Conselheiro de Meio Ambiente”, com o objetivo de divulgar a existência e as ações dos Conselhos Regionais de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz e dos Conselhos Gestores de Parques da Cidade de São Paulo. Eleitos pela sociedade civil e indicados pelo poder público, os representantes dos três primeiros conselhos têm o papel de engajar a população na discussão e na formulação de propostas socioambientais em cada uma das subprefeituras.
Modelos de aproveitamento pneus velhos expostos na área externa do Memorial  da América Latina
Modelo de calçada/pavimento ecológica desenvolvido pela Associação Brasileira de Cimento Portland
Máquinas que reciclam podas de árvores

Veta (TUDO) Dilma O movimento "Veta tudo, Dilma", realizado pelo Greenpeace contra o Código Florestal, imprimiu ontem (8/5) sua mensagem em letras garrafais em uma projeção a laser em Brasília. As frases "Veta tudo, Dilma", além de "Desmatamento zero já", pintaram os prédios gêmeos da Câmara dos Deputados e do Senado. A atividade faz parte de uma mobilização popular para que a presidente recuse o ataque ruralista às florestas. O Planalto já recebeu o projeto de lei de alteração do código, e a presidente tem até o dia 25 para decidir o que fazer. VETA - pelo menos alguma coisa - DILMA!

 Suco de uva orgânico chega ao mercado 
Já está disponível no mercado o novo suco de uva orgânico da Vinícola Salton. Elaborado a partir da variedade Bordô, o produto é proveniente de vinhedos localizados na Serra Gaúcha e auditados por empresa sob o controle do Ministério da Agricultura. Foram produzidos e engarrafados 68 mil litros de suco, resultado da safra excepcional registrada neste ano na região. A partir de agora, o suco orgânico da Salton encontra-se à disposição dos consumidores na loja oficial da vinícola, localizada em Bento Gonçalves, e também em pontos de venda especializados em produtos naturais. Rico em compostos bioativos capazes de diminuir o dano causado pelo estresse oxidativo no organismo, o suco da Salton enquadra-se em rigorosos códigos internacionais de produção de orgânicos. Além de saudável, o produto conta com um rótulo que remete ao pensamento sustentável. Desenvolvido pela agência AG 21, o design faz referência ao papel reciclado e mostra um cacho de uva moderno e estilizado. Saboroso, o suco orgânico auxilia na prevenção de doenças e age como estimulante de diversas funções do corpo. Constitui também a base de remédios farmacêuticos para o fígado e é um poderoso digestivo, acelerando o metabolismo e proporcionando muita energia. 

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Caminhos, desafios e descaminhos da Agenda 21


A agenda 21 foi elaborada com o propósito de oferecer alternativas de amplas ações em busca de um desenvolvimento sustentável. A agenda nasceu no evento Rio-92. Estamos entrando na Rio+20 e pouco ou quase nada foi realizado em nossa região. A chamada Agenda Local nunca foi prioridade.
Esperava-se, assim, que, nos oito anos que separavam a Rio-92 do terceiro milênio, os governos pudessem executar seus compromissos, estimular os demais atores sociais a discutir e propor soluções sustentáveis. O êxito da Agen­da 21 e do ideário da sustentabilidade depende da construção coti­diana, portanto no presente, das propostas idealizadas para o futu­ro.
Deveríamos de forma sistemática, em plenárias nas regiões ou nos distritos discutir:

1) Espaço e condições de moradia - Como estão as condições para morar na área observada?  Existem casas ou prédios de apartamentos construídos em lotes bem definidos e regularizados? Existem córregos, represas, encostas com alta declividade etc.? Houve ou ainda está havendo desmatamento recente na periferia? Existem moradores de rua, que vivem na área? A criminalidade é grande na região? O policiamento é visível e a ação da polícia, em geral, é sentida na área? A população local está satisfeita sob este aspecto?

 

2) Tratar bem da saúde/ física e mental - Na área observada, a população está satisfeita com atuação das autoridades públicas com relação à saúde? Existe alguma iniciativa da comunidade, voltada especificamente para a questão da saúde?

 

3) Sistema viário e transportes - Ir e vir é uma necessidade e um dos direitos fundamentais para a vida das pessoas. Os caminhos e os meios de locomoção, dependendo de como forem implantados, podem facilitar a ocupação dos espaços adequados, de forma a atender os interesses da população ou, tornarem-se fatores de degradação do meio ambiente.

 

4) Emprego e alternativas de trabalho - Os locais de trabalho existentes na área demonstram preocupação com a boa qualidade ambiental? As pessoas desempregadas da região estão conseguindo empregos com facilidade?

 

5) O espaço e a vez do lazer - Existem espaços e equipamentos de lazer na área? São de boa qualidade e em quantidade suficiente? A população local é incentivada e recebe algum tipo de orientação para aproveitar esses espaços?

 

6) A memória e a cultura em função de um futuro melhor - Quais são os locais, que melhor representam o bairro observado (prédios, praças, monumentos etc.)? Eles estão bem conservados? Existem equipamentos e iniciativas na área cultural, acessíveis à população do bairro ou região?

 

7) Educação e educação ambiental - Existem equipamentos de educação, públicos e gratuitos, à disposição dos moradores, na área observada? As entidades e movimentos sociais têm iniciativas neste sentido?


A Agenda 21 serve como mote e instrumento fundamental para transformações, desde que os atores sociais que dela queiram se utilizar es­tejam conscientes desse po­tencial, dos objetivos e da di­nâmica que dela poderá surgir. A enorme amplitude programática da Agenda 21, com múlti­plos temas, ações e atores, constitui sua força potencial, por ofe­recer um conjunto de alter­nativas direcionadas para um futuro pas­sível de construção no presente. Mas não basta sonhar, precisamos agir.­


quarta-feira, 14 de março de 2012

Chuvas fortes e quedas de árvores


As chuvas estão cada dia mais fortes e com elas o medo da queda de árvores apavora muitas pessoas.mas cuidado Podar ou cortar árvores sem autorização da Prefeitura, assim como aplicar maus-tratos a elas, é crime ambiental.

Precisamos de cuidados especiais para prevenir as ocorrências de queda de árvores durante o período do verão. São ocorrências comuns na cidade de São Paulo. Engana-se, no entanto, quem pensa que os temporais e as ventanias são os únicos responsáveis por esses acontecimentos. Vários fatores como o plantio incorreto, cupins, fungos apodrecedores, corte de raízes e idade do vegetal que somados à temporada das chuvas, levam as árvores ao chão, causando prejuízos materiais e, em alguns casos, perdas de vida.

Para o leigo não é fácil identificar uma árvore que está com risco de queda e a remoção só pode ser efetuada por pessoas autorizadas como funcionários da Subprefeitura e bombeiros.

Caso perceba sinais de ataque de cupins, fungos e bactérias, apodrecimento das raízes ou poluição ou que a altura da planta está atingindo os cabos de energia elétrica, o munícipe pode fazer uma solicitação de serviço por meio da Central de Atendimento 156, na Praça de Atendimento da Subprefeitura ou pelo  site da Prefeitura (SAC).

Após a solicitação, o Engenheiro Agrônomo da Subprefeitura verifica se a árvore está com alguma doença ou praga e, dependendo da avaliação, solicita a poda ou o corte da planta. O serviço é realizado após a publicação no Diário Oficial do Município.

Quando o plantio é bem planejado, as árvores vivem por muitos anos, décadas e sempre estão se renovando na primavera. Uma árvore com boa saúde e regularmente tratada e adubada não apresenta perigo.
 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Tempo de visitar o Parque Fontes do Ipiranga



Aqui, bem perto das nossas casas encontramos o Parque Estadual Fontes do Ipiranga que é o maior parque metropolitano do estado de São Paulo. O antigo Parque da Água Funda tem sua origem no século XIX, precisamente em 12 de setembro de 1893 e possui uma área de 5, 43 milhões de metros quadrados onde se encontram preservados segmentos da floresta remanescentes de Mata Atlântica.

È nesta área que encontramos a Fundação Parque Zoológico de São Paulo que desde a sua abertura em 1858 já recebeu mais de 85 milhões de visitantes. O Zoológico é uma oportunidade de apreciar a diversidade da fauna e criar um vínculo universal com a natureza e de certa maneira promover a conscientização das pessoas sobre as diversas formas de vida na Terra. É no Zoológico que se encontra a nascente do Riacho do Ipiranga.

Um lugar pouco conhecido e que merece ser visitado é o Parque CienTec, órgão vinculado à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da Universidade de São Paulo que oferece entretenimento educativo e de qualidade para crianças, jovens a adultos. Por meio de seus diferentes passeios, demonstrações e experiências, a ciência e a tecnologia ficam muito mais próximas do visitante, que aprende enquanto se diverte e se diverte enquanto aprende. Programas educacionais orientados e um ambiente privilegiado e circundado por Mata Atlântica permitem ao Parque CienTec oferecer aos seus visitantes uma alternativa moderna para o aprendizado da ciência, da tecnologia e da cultura humanística em geral.

Encontramos também o Jardim Botânico. A área do parque evidência suas qualidades e riquezas naturais que o coloca ainda como referência na área dos conhecimentos científicos voltados para a botânica e a zoologia. O antigo Horto Botânico foi instalado no PEFI na década de 1920. Hoje denominado Jardim Botânico é uma unidade de preservação onde o visitante poderá conhecer um pouco mais sobre as plantas e passar horas agradáveis em contato com a natureza.

Ao lado do Zôo podemos visitar o parque Simba Safári criado em 1972, em área cedida pela Fundação Parque Zoológico para a iniciativa privada. Recentemente a concessão encerrou-se e a Fundação Parque Zoológico assumiu as atividades, alterando o sistema de gestão e a denominação para Zôo Safári. Lá não há jaulas ou grades separando os animais dos visitantes e o passeio é realizado dentro dos carros.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

São Paulo no Bicentenário da Independência

Acontecerá no dia 23 de novembro o lançamento do projeto São Paulo 2022 organizado pelas entidades Rede Nossa São Paulo, Escola da Cidade, Instituto Ethos, Instituto Arapyaú e Instituto Socioambiental. O evento será das 10h00 às 12h30, no auditório do Sesc Vila Mariana – Rua Pelotas, 141.
O projeto visa oferecer à sociedade civil e ao setor público paulistanos informações sobre a capital e, com isso, possibilitar reflexões sobre uma futura cidade de São Paulo que contemple uma agenda de desenvolvimento justo e sustentável.
Medidas urgentes precisam ser tomadas para resolver os problemas estruturais com soluções inteligentes e sustentáveis. O projeto São Paulo 2022 chega nesse contexto procurando compilar um conjunto de ideias sobre o futuro da cidade acerca de como ela pode melhorar em termos urbanísticos e no planejamento geral de políticas públicas.
O ano de 2022 é um marco simbólico, pois é o bicentenário da independência do Brasil, centenário da Semana de Arte Moderna e também referência para o Plano Diretor, instrumento de planejamento urbano que norteará o futuro da capital paulista para os próximos 10 anos (período de 2012 a 2022).
Após a apresentação do São Paulo 2022, Ladislau Dowbor, professor da PUC/SP apresentará suas considerações sobre o projeto. Em seguida, haverá um debate com a participação de Antônio Marchioni - Padre Ticão, Paróquia São Francisco de Assis e Movimento Nossa Zona Leste; Nabil Bonduki, Secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, José Police Neto, presidente da Câmara Municipal de São Paulo e João Crestana, presidente do Secovi/SP .

Calçadas
O Conselho Regional de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz do Ipiranga – Cades IP resolveu entrar firme na campanha em prol de calçadas mais acessíveis e ecológicas. O Cades deseja que o munícipe aproveite o momento de consertar ou arrumar sua calçada e implante uma calçada ecológica, verde ou acessível.

Nesta questão a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras iniciou um treinamento que irá orientar 200 atendentes do SAC 156 com perguntas mais freqüentes e informações recentes sobre a nova Lei das Calçadas (Lei nº 15.442/11 – projeto de lei do vereador Domingos Dissei). Estes atendentes deverão receber um “script” especial para informar os munícipes sobre as novas regras.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Cades Ipiranga vai lutar por calçadas verdes



O Conselho Regional do Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz do Ipiranga – Cades IP - pretende desenvolver uma campanha para que a população da região conserte suas calçadas e aos fazê-las levem em conta a criação de calçadas verdes e sustentáveis. Está na hora de uma campanha deste porte.
 
O termo “calçadas verdes” – devemos acrescentar aqui também o “acessível” é usado para designar o passeio público de piso permeável, com gramas, plantas e árvores formando um conjunto harmonioso, que reduz o impacto térmico de pavimentos como asfalto e concreto.  Este tipo de pavimentação porosa permite a absorção da água das chuvas, ajudando a prevenir enchentes, diminuindo as ilhas de calor, controlando a erosão e até mesmo assegurando o abastecimento do lençol freático.
 
O período de chuvas e enchentes está chegando e é mais do que necessário este tipo de trabalho de conscientização. As calçadas verdes, ao invés de cimento, além de exercerem a função de permeabilidade da água, deixam o ambiente mais agradável e bonito. O escoamento da água contribue para uma menor variação de temperatura, ajuda a manter a saúde das árvores e minimiza os riscos e a intensidade de alagamentos, além de conferirem um belo efeito no paisagismo local.Tanto a grama quanto a copa das árvores contribuem para um melhor conforto térmico. Por exemplo, arbustos e trepadeiras plantadas nos muros, viadutos e  arrimos geram uma maior sensação de verde

O trabalho de conscientização que o Cades-IP pode fazer, e espera-se o apoio dos órgãos de imprensa da região, é muito importante para levar esta mentalidade sustentável para a nossa população. A realidade já está presente basta  caminhar pelas calçadas do Ipiranga, Sacomã e Cursino, a solução é simples e barata, mas as resistências são enormes. O que de fato precisamos ter em mente é que todos somos responsáveis pelos danos no ambiente.
 
Leiam mais sobre calçadas verdes e acessíveis acessando o link: http://www.uniagua.org.br/public_html/website/livro_calcada.pdf

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Consumo sustentável, eis a questão!


O tema do impacto ambiental do consumo se tornou uma questão de política ambiental relacionada às propostas de sustentabilidade. Consumidores conscientes e bem informados são capazes de escolher produtos e serviços menos prejudiciais ao meio ambiente. Após a Conferência Rio92, o debate sobre a relação entre consumo e meio ambiente ganhou nova dimensão e importância progressiva.
Consumo sustentável, direitos e deveres dos consumidores, a relação entre publicidade e consumo, e o papel determinante dos consumidores para melhoria de produtos e sua manutenção nas prateleiras entram na pauta.
Consumo sustentável significa consumir só o que precisamos para sobreviver. Precisamos consumir de forma diferente, com mais eficiência e adquirindo produtos de qualidade e que tenham uma vida útil.


É um processo de construção de cidadania. Seja consumo verde, consumo sustentável, consumo consciente, consumo ético ou consumo responsável, o que importa é a cidadania do consumidor. Uma nova cultura se forja quando o consumidor vira cidadão.


O consumidor quanto de posse de informações importantes sobre produtos e empresas opta pelas empresas mais sustentáveis e comprometidas com o meio ambiente.
O custo desses produtos ainda é alto para as empresas, porém, na medida em que o número de pessoas com essa postura se amplia, a tendência é que o custo fique mais competitivo.


Se através da informação conseguirmos que nossas crianças e jovens tenham acesso sobre hábitos saudáveis de consumo, principalmente no processo de formação escolar, estaremos construindo uma nova geração de consumidores mais conscientes. Evitar o consumo desenfreado e inadequado é fundamental. Se quebrarmos o círculo vicioso que prega que felicidade e qualidade de vida está só e então somente associada à conquista material estaremos ajudando a quebrar o paradigma de que o “cidadão é reduzido ao papel de consumidor” e produzindo um novo estilo de vida sustentável. 

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Calçadas acessíveis e verdes

Andar pelas calçadas da cidade é um grande desafio. A cartilha da Prefeitura de São Paulo seguindo a Lei 13.646, de 2003 diz que devemos fazer as calçadas verdes em locais onde não ocorre fluxo muito grande de pedestres. Segundo a cartilha as faixas ajardinadas não devem possuir arbustos que prejudiquem a visão e o caminho do pedestre e que não se esqueçam da acessibilidade!

Tentamos estar comprometidos com o meio ambiente mas às vezes nos esquecemos das pessoas com deficiência ou com dificuldade de locomoção, tais como idosos e gestantes que precisam ter acessos seguros às calçadas. Devemos pensar no espaço de circulação juntamente com os equipamentos que as acompanham. O piso nesta questão é fundamental e daí a utilização do piso intertravado se constitui num problema.

A calçada verde não é remédio para todos os males, mas dá um ar harmonioso e embeleza mais a cidade e principalmente, ajuda na drenagem das águas As calçadas verdes contribuem para uma variação de temperatura menor e consequentemente uma população mais saudável.

O que devemos pensar é na melhoria da qualidade ambiental da cidade respeitando seus limites. Devemos ter calçadas verdes, sustentáveis, culturais, saudáveis e mobiliadas, mas não estes verdadeiros Muros de Berlim que encontramos em cada caminhada ou as crateras imensas que temos que desviar. E o que falar das ruas em que cada morador constrói uma rampa de acesso à garagem e assim impede o livre acesso do cidadão?

Temos que iniciar uma campanha, aqui no Ipiranga, de melhorias das calçadas e em cada lugar devemos respeitar as características do passeio. Onde der para plantar árvores de forma organizada, trepadeiras em muros ou arbustos no alargamento das calçadas nas esquinas, que façamos! O conjunto destas ações ajuda na melhora no controle da temperatura. Onde for possível a calçada saudável para a prática de esportes, que façamos!

Gilberto da Silva
econotas@partes.com.br

quarta-feira, 9 de março de 2011

Oração pela sustentabilidade

Senhor,
Fazei de mim, não apenas um eco-chato, mas dê-me a força para fazer algo de bom para o planeta. Que o equilíbrio medeie nossas ações e nossas relações. Não me transforme num super-herói, nem num exemplo. Que eu seja apenas um entre muitos a semear a biodiversidade, a cultivar a sustentabilidade e praticar a cultura de paz.
Se o aquecimento é global, conceda-me uma planta para plantar, um jardim para cuidar, uma flor para distribuir. Enquanto há luz, forneça-me razões para economizar, brilho para inventar, saúde para criar.
Fazei-me de mim um instrumento de ação cotidiana.
Permita a todos o poder de fazer o bem. Que façamos nossas cisternas, arborizemos nossas praças e cuidemos dela. Consinta que zelemos por nossas ruas, nosso ar, nossos córregos e rios.

Senhor,
Escute nossas críticas, mas ouça nossas propostas.  
Não deixe que a ociosidade penetre em nossos corações e não nos permita ser enganados. Que meus atos sejam políticos todos os dias em prol da sustentabilidade. Que eu seja mais humano, mais generoso. Que eu possa praticar o bem sem que seja por mera obrigação.
Que eu possa ver a beleza, onde hoje só enxergo a feiúra e a devastação.

Senhor,
Não deixai que o consumismo invada meu coração. Não deixai que o lixo invada nosso universo e muito menos nossa alma.
Que eu possa salvar apenas uma espécie no planeta: dessa forma já contribuirei com a diversidade. Que eu possa não apenas falar, mas agir. Que eu possa não apenas lamentar, mas propor: assim minha parte da Agenda 21 será cumprida. Que eu possa não apenas reclamar, mas trabalhar. Que eu possa a cada dia ajudar de forma proativa no desenvolvimento sustentável.
Dê-me forças para lutar sempre. Você perdoa, a natureza não.

Gilberto da Silva
econotas@partes.com.br

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Cades Ipiranga

O Conselho de Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente e Cultura de Paz (CADES) da região do Ipiranga está com novos membros da sociedade civil. Os eleitos vão trabalhar com propostas para defesa do Meio Ambiente.  Além do Denival, temos os seguintes conselheiros civis: o sempre atuante Celso Henriques de Paula; a jovem ambientalista Rita Juliana de Oliveira; o comerciário Paulo Evaristo dos Santos Geraldo; a jornalista Maria Fátima Chueco Bonvino; o ex-supervisor de esportes Fernando de Jesus Ribeiro; a funcionária pública Marina de Paula Marcon Guidoni e o advogado Nelson da Silva Junior.

Asubprefeita Vitória Brasília de Souza Lima entregou em dezembro pessoalmente o diploma de posse e parabenizou a todos pelo desempenho eleitoral

Juntos com representantes de diversas secretarias municipais, os conselheiros civis compõe um fórum cujo objetivo é executar ações que contribuam para a melhoria da qualidade socioambiental da região e colaboram na formulação de políticas públicas para a proteção ambiental e na implantação de programas que fomentem a cultura de paz e a implementação da Agenda 21 Local.

Aprimeira reunião foi realizada no dia 26 de janeiro de 2011, e a segunda no dia 02 de fevereiro. As reuniões são mensais e aberta para toda a participação da população.

O Cades é um órgão consultivo e deliberativo, que integra sociedade civil e poder público, na busca de ações e atividades visando, entre outras atribuições, receber propostas e denúncias a serem encaminhadas dentro de questões relacionadas à preservação, conservação, defesa, recuperação e melhoria do meioambiente.

As próximas reuniões serão realizadas em março, dia 02; abril, 06; maio, 04; junho  01; julho,  06; agosto, 03; setembro,14; outubro, 05; novembro,09 e dezembro, 07. Sempre às quartas-feiras, das 19h00 as 21h00 na subprefeitura Ipiranga, Rua Lino Coutinho,444